Amor platônico – Artigo Heidi Tabaco

amor
platônico

COMO SE INVENTA UM ROMANCE

 



Três mulheres contam
aqui suas paixões ideais: uma se encantou por um intelectual; outra,
por um sedutor; e a última, por um homem famoso. Alimentadas por
fantasias, nenhuma das histórias resistiu ao teste da realidade.

Por Carmem Aliende

O amor platônico,
todo romântico sabe, é aquele que nunca se concretiza. "Platônico"
vem de Platão, justamente porque o filósofo grego acreditava na
existência de dois mundos -o das idéias, onde tudo seria perfeito
e eterno, e o mundo real, finito e imperfeito, mera cópia mal-acabada
do mundo ideal.

Segundo a psicanalista Heidi Tabacof, o amor platônico revela uma
dose de imaturidade emocional, à medida que nunca experimenta os
limites e as frustrações de uma relação concreta. "Psiquicamente,
ele reproduz o amor infantil pelos pais, vistos como figuras perfeitas
e supervalorizadas", diz ela, lembrando que nos dois casos a sexualidade
está interditada. "O amor platônico é sempre casto." Como toda experiência
amorosa, essa também pode servir ao autoconhecimento. Para a especialista,
"o aspecto positivo do amor platônico surge quando ele estimula
a reflexão sobre os motivos que impedem a pessoa de ter uma relação
madura consigo mesma e com o outro".

Anúncios

Sobre reanjinha211

Psicóloga clínica em São Paulo. Especialista em psicossomática psicanalítica.
Esse post foi publicado em Saúde e bem-estar. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s